top of page

​E.E.E.M ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO MÉDIO PATRULHENSE 

 

​animais em extinção no bioma pampa espécies ameaçadas pampa

​

Animais-ameaçados-de-extinção-nos-pampas-gaúchos-logo
Animais-ameaçados-de-extinção-nos-pampas-gaúchos-logo
Animais-ameaçados-de-extinção-nos-pampas-gaúchos-logo
MENU
IMG-20260909-WA0190.jpg
file_00000000c9ec820eb5dad73a8a462903.png

Rato-do-mato-de-focinho-ruivo

(Wilfredomys oenax)

O rato-do-mato corre risco de extinção devido à destruição rápida e fragmentação das florestas de galeria e capões do Pampa para expansão da pecuária e agricultura. Como é uma espécie arborícola rara, as estimativas apontam que sua população global seja de menos de 2.500 indivíduos maduros na natureza, sofrendo um declínio contínuo.

Macropodus-hongkongensis2-800x450.jpg
file_000000009148820e98b95e2afcccf77d.png

A espécie corre risco devido à sobrepesca, poluição agrícola e perda de habitat nas lagoas costeiras (como a Lagoa Mirim) provocada pela captação de água para lavouras de arroz. Sua população global é considerada estável e pouco preocupante internacionalmente. 

Peixe-rei

(Odontesthes mirinensis)

​No território gaúcho a pressão pesqueira e as alterações nos sistemas hídricos justificam o alerta sobre sua conservação no Pampa.

IMG-20260909-WA0173.jpg
file_000000009148820e98b95e2afcccf77d.png

O gato-maracajá corre risco de extinção devido à destruição e fragmentação das florestas nativas para a agricultura e urbanização, o que destrói seu habitat arborícola e o expõe a atropelamentos, ataques de cães e caça. Estima-se que existam entre 4.700 e 20 mil indivíduos na natureza em todo o Brasil, mas a população gaúcha é desconhecida e está em declínio devido ao seu comportamento esquivo.

Gato-maracajá

(Leopardus wiedii)

IMG-20260909-WA0179.jpg
file_000000009148820e98b95e2afcccf77d.png

O papa-moscas-do-campo corre risco de extinção devido à conversão de campos limpos e capinzais altos nativos em monoculturas de soja e silvicultura, além do impacto de queimadas frequentes. Sua população global é estimada entre 6.000 e 15.000 indivíduos maduros, enfrentando um declínio contínuo pela perda drástica de seu habitat de savana.

Papa-moscas-do-campo

(Culicivora caudacuta)

images (7).jpeg
file_00000000c9ec820eb5dad73a8a462903.png

A população de miraguaia no Rio Grande do Sul sofreu um colapso drástico devido à pesca predatória e descontrolada, fazendo com que as capturas anuais despencassem de até 2.000 toneladas na década de 1970 para volumes praticamente inexistentes hoje.

Miraguaia (Pogonias cromis)

O peixe entrou em processo de extinção porque tem um crescimento muito lento e os indivíduos eram capturados antes de atingirem a maturidade sexual para se reproduzir; hoje, projetos científicos tentam reverter o cenário soltando lotes de cerca de 15 mil alevinos criados em laboratório na Lagoa dos Patos.

900 (2).jpeg
file_00000000c9ec820eb5dad73a8a462903.png

O Curió está ameaçado de extinção devido à intensa captura ilegal e ao tráfico de animais silvestres atraídos pelo seu canto melodioso, além da perda de seu habitat natural pela degradação das matas.

Curió

(Sporophila angolensis)

file_00000000c9ec820eb5dad73a8a462903.png

Está ameaçado de extinção principalmente pela perda e degradação dos campos nativos e pastagens altas, convertidos de forma acelerada em monoculturas agrícolas e silvicultura, além do impacto contínuo da captura ilegal direcionada ao comércio de aves silvestres.

caboclinho-de-chapéu-cinzento

Caboclinho-de-chapéu-cinzento

(Sporophila cinnamomea)

Design sem nome_20260906_115133_0000.jpg

Austrolebias é um gênero de pequenos peixes nativos do Pampa gaúcho que possui mais de 20 espécies ameaçadas de extinção. Eles são chamados de peixes-anuais porque vivem apenas em poças temporárias que secam no verão; os adultos morrem e a espécie sobrevive através de ovos enterrados na lama até a volta das chuvas. 

Peixe-anual (Austrolebias spp.)

O avanço acelerado das lavouras de arroz e soja, que drenam e aterram esses pequenos banhados, destrói os ovos e impede que o ciclo de vida recomece, levando o gênero ao desaparecimento.

gto.jfif
file_000000009148820e98b95e2afcccf77d.png

O avanço em direção à extinção do gato-mourisco ocorre pela destruição de seu habitat pela agricultura e por atropelamentos. Estima-se que existam apenas cerca de 5.200 indivíduos em todo o Brasil, com uma quantidade ainda menor e isolada no Pampa gaúcho.

Gato-mourisco

(Herpailurus yagouaroundi)

Gubernatrix_cristata_-_Yellow_cardinal_(male);_Iberá_marshes,_Corrientes,_Argentina.jpg

O cardeal-amarelo está à beira da extinção no Pampa gaúcho, restando apenas poucas dezenas de indivíduos livres no Rio Grande do Sul. Esse cenário crítico foi causado pelo tráfico ilegal, que captura os machos por sua beleza e canto, aliado à destruição do habitat nativo pelo avanço da agricultura e das monoculturas de eucalipto.

Cardeal-Amarelo (Gubernatrix cristata)

file_00000000c9ec820eb5dad73a8a462903.png

O maçarico-de-papo-vermelho corre risco de extinção devido à escassez de alimento em suas rotas migratórias e à degradação das praias gaúchas por urbanização e veículos. Sua população global desabou de 82.000 para menos de 30.000 indivíduos, tornando os registros da espécie no Rio Grande do Sul cada vez mais raros.

Maçarico-de-papo-vermelho (Calidris canutus)

Geco-do-campo é endêmica do bioma Pampa. Ocorre na região da Campanha. A espécie é associada a afloramentos rochosos em morros, ambientes que têm sido afetados pela silvicultura e pecuária, atividades que provocam declínio da área de ocupação e da qualidade do seu hábitat, principalmente pela compactação do solo provocado pela presença do gado e práticas agrícolas. Embora localmente abundante, a espécie possui baixa capacidade de dispersão, e já foi demonstrado isolamento genético.

Geco-do-campo

(Homonota uruguayensis)

Homonota uruguayensis.jpg
Homonota uruguayensis.jpg
file_000000009148820e98b95e2afcccf77d.png
file_00000000c9ec820eb5dad73a8a462903.png

Está em perigo devido à sobrepesca histórica, principalmente porque ele é capturado quando entra em rios e estuários para se reproduzir. Além disso, a espécie se recupera muito devagar porque tem baixa fecundidade (produz poucos ovos).  

Bagre-marinho

(Genidens barbus)

Os machos carregam os ovos na boca por meses, ficando vulneráveis à captura e interrompendo o ciclo de vida da espécie.

images (11).jpeg
file_000000009148820e98b95e2afcccf77d.png

O veste-amarela desapareceu de grande parte do Pampa porque depende de campos baixos e banhados. A drenagem dessas áreas úmidas para o plantio de arroz e a conversão do solo para a soja destruíram seus locais de reprodução e alimentação. Isolados em pequenos bandos, os sobreviventes sofrem com o empobrecimento genético, o que reduz a resistência da espécie a doenças.

Veste-amarela

(Xanthopsar flavus)

DSCN0349.jpg
file_000000009148820e98b95e2afcccf77d.png

​Noivinha-de-rabo-preto (Heteroxolmis dominicana)

A noivinha-de-rabo-preto corre risco de extinção devido à destruição e fragmentação dos campos nativos e banhados do Pampa, convertidos em monoculturas e silvicultura. Como a espécie depende desse habitat específico para sobreviver e nidificar, seu território foi drasticamente reduzido. Atualmente, a população global estimada é muito pequena e está em declínio constante, restando apenas entre 6.000 e 15.000 indivíduos maduros na natureza.

SSC_1183.jpeg

O sapo-de-chifres está Criticamente em Perigo (CR) no Rio Grande do Sul devido ao avanço das lavouras e do uso de agrotóxicos, que destroem os banhados e campos nativos do Pampa. Como registrá-lo virou um desafio imenso nas últimas décadas, os cientistas focam os esforços em buscas intensivas, com a forte esperança de que populações ainda resistam escondidas em áreas preservadas do nosso estado.

Sapo-de-chifres (Ceratophrys ornata)

file_00000000c9ec820eb5dad73a8a462903.png

​Lagartinho-das-dunas (Liolaemus arambarensis)

Está em perigo de extinção porque vive apenas nas dunas da margem oeste da Laguna dos Patos, um habitat que está sendo destruído pela expansão imobiliária, plantações de pinus e tráfego de veículos na areia. Por ser uma espécie rara e restrita, cientistas estimam que restem entre 250 e 2.500 indivíduos adultos na natureza, tornando sua conservação urgente para a biodiversidade gaúcha.

file_00000000c9ec820eb5dad73a8a462903.png

O Surubim-pintado está em perigo no Rio Grande do Sul devido à pesca predatória, à poluição das águas e à construção de barragens, que bloqueiam suas rotas de reprodução. Por ser um peixe grande, ele sofre muito com essas ações humanas. A ciência confirma que a população da espécie sofreu uma redução drástica nas últimas décadas.

Surubim-Pintado (Pseudoplatystoma corruscans)

original.jpg

Perda e severa fragmentação de hábitat decorrentes da urbanização da orla costeira, construção de condomínios e nivelamento artificial de dunas no litoral norte gaúcho. A espécie também sofre forte impacto pelo pisoteio de turistas, ataques de animais domésticos (cães e gatos) e contágio por doenças de pets.  

Tuco-Tuco-das-Dunas (Ctenomys flamarioni)

​População Estimada com estimativa de menos de 2.500 indivíduos maduros na natureza, sofrendo com o isolamento de seus pequenos grupos. 

file_000000009148820e98b95e2afcccf77d.png

Está ameaçado de extinção devido à rápida perda de campos nativos úmidos e de altitude decorrente da expansão agrícola e de pastagens intensivas em sua área de reprodução no sul do Brasil, somada à constante pressão da captura ilegal de machos para o comércio de aves canoras.

Caboclinho-de-barriga-preta (Sporophila melanogaster)

sp.jpg
file_000000009148820e98b95e2afcccf77d.png

Sapinho-mão-vermelha-de-Montevidéu (Melanophryniscus montevidensis)

Está em extinção devido à destruição de seu habitat costeiro pelo avanço urbano e agrícola no Pampa gaúcho. Por depender de poças temporárias para se reproduzir, ele é muito vulnerável a secas e alterações no solo. Embora o número exato global seja desconhecido devido ao seu hábito de ficar escondido, um estudo em Santa Vitória do Palmar (RS) estimou uma população local de cerca de 19.000 indivíduos, que sofrem com o isolamento e a degradação ambiental.

LOBO-GUARA-44.2-1024x597.jpg

O lobo-guará está em CR no Rio Grande do Sul devido ao isolamento geográfico e à intensa destruição do bioma Pampa para a agropecuária, o que fragmenta seu território e causa atropelamentos frequentes em rodovias. Estudos apontam que existam entre 10 a 15 indivíduos maduros vivendo em todo o território gaúcho, o que torna cada registro da espécie extremamente raro e urgente para ações de preservação.

Lobo-guará

(Chrysocyon brachyurus)

O principal fator para o risco de extinção da espécie é a perda e fragmentação de seu habitat natural, desencadeadas pela conversão de campos nativos em lavouras agrícolas, além de pressões adicionais como atropelamentos em rodovias, ataques de cães domésticos e abates por retaliação devido à predação de animais de capoeira.

Gato-do-mato-grande (Leopardus geoffroyi)

012-017_Notas_271-1620px-3.jpg
file_000000009148820e98b95e2afcccf77d.png
gaviao.jpg
file_000000009148820e98b95e2afcccf77d.png

Gavião-cinza

(Circus cinereus)

O gavião-cinza é uma ave de rapina rara e restrita aos banhados e campos do Rio Grande do Sul. Ele está ameaçado de extinção regional devido à destruição e drenagem de banhados para dar lugar a lavouras de soja e silvicultura, o que elimina os locais onde caça e constrói seus ninhos no solo.

puma concolor.jpg
file_00000000c9ec820eb5dad73a8a462903.png

É uma espécie nativa do bioma Pampa, embora sua densidade populacional na metade sul do estado tenha sofrido um declínio drástico. O avanço da fronteira agrícola e a consequente supressão da vegetação nativa privaram o predador dos refúgios e presas necessários para sua sobrevivência, tornando seus registros raros no território pampeano.

Puma / Onça-parda (Puma concolor)​

Gato-Palheiro-Pampeano (Leopardus munoai)

Perda extrema de hábitat e redução de território decorrentes da expansão da soja, arroz e silvicultura sobre os campos nativos. A espécie também enfrenta alto índice de mortalidade por queimadas, atropelamentos em rodovias, contágio de doenças por cães domésticos e caça por retaliação. Restam apenas cerca de 243 a 250 indivíduos adultos na natureza em todo o Brasil (concentrados no RS).​

Espécies Ameaçadas no Pampa Gaúcho
file_000000003cb4820e99db28702cd505bc_edited.png
900 (1).jpeg
8981223521_6449fb4e3b_b.jpg
900.jpeg
file_00000000c9ec820eb5dad73a8a462903.png
file_00000000c9ec820eb5dad73a8a462903.png

Corre sério risco no Rio Grande do Sul devido à destruição de seu habitat, os capinzais altos do Pampa, convertidos em lavouras de soja. A ave é extremamente rara e difícil de registrar, restando apenas populações isoladas e em declínio severo

Papa-moscas-canela (Polystictus pectoralis)

O corredor-crestudo está sob grave ameaça no Rio Grande do Sul devido à destruição da vegetação de espinilho na Barra do Quaraí pela expansão agrícola. Como a ave depende exclusivamente desse ecossistema para viver e nidificar, sua área de ocorrência no Brasil tornou-se minúscula. Estima-se que restem pouquíssimos indivíduos na natureza gaúcha, limitados a raros grupos familiares sobreviventes no Parque Estadual do Espinilho e arredores.  

Corredor-Crestudo

(Coryphistera alaudina)

IMG-20260909-WA0175.jpg
IMG-20260909-WA0178.jpg
IMG-20260909-WA0183.jpg
IMG-20260909-WA0185.jpg
IMG-20260909-WA0180.jpg
file_000000009148820e98b95e2afcccf77d.png
file_000000009148820e98b95e2afcccf77d.png
file_000000009148820e98b95e2afcccf77d.png
file_000000009148820e98b95e2afcccf77d.png

Está ameaçado de extinção devido à perda de habitat provocada pela drenagem de banhados e conversão de campos nativos em lavouras, além da constante pressão da captura ilegal para o comércio de animais de estimação.

Caboclinho-de-papo-branco (Sporophila palustris)

A lontra-neotropical corre risco de extinção devido à poluição dos rios e destruição das matas ciliares, que eliminam seus alimentos e abrigos, além do conflito com pescadores e atropelamentos. A espécie enfrenta um declínio populacional projetado em 30% devido à perda rápida de seu habitat.

Lontra-neotropical

(Lontra longicaudis)

O Veado-Campeiro é um cervídeo de campo reduzido a pouquíssimas centenas de indivíduos no Rio Grande do Sul, sobrevivendo em apenas cinco áreas isoladas do Pampa gaúcho. 

Veado-Campeiro

(Ozotoceros bezoarticus)

A espécie corre risco devido à sobrepesca e à construção de barragens, que barram as corredeiras e impedem a piracema (migração reprodutiva). Esses barramentos fragmentam os habitats no Pampa, gerando um declínio contínuo na quantidade de indivíduos adultos na natureza

Dourado

(Salminus brasiliensis)

Caminheiro-dourado

(Anthus nattereri)

Narcejão (Gallinago undulata)

Caboclinho-de-barriga-vermelha (Sporophila hypoxantha)

O caminheiro-dourado corre risco de extinção devido à conversão acelerada dos campos limpos nativos em lavouras de soja e silvicultura (plantações de pinus e eucalipto), o que destrói completamente o habitat de solo plano onde ele se alimenta e faz seus ninhos. 

O narcejão está em risco crítico devido à drenagem de banhados, várzeas e campos úmidos para lavouras de arroz e pecuária, o que destrói suas áreas de abrigo e nidificação. A espécie é considerada raríssima e restrita a poucos pontos preservados do Pampa.

O caboclinho-de-barriga-vermelha corre risco devido à destruição de capinzais nativos e à captura ilegal de machos para o comércio de gaiolas. Sua população global é estimada entre 50.000 e 100.000 indivíduos. 

O SITE É APENAS PARA MOBILE (CELULAR).

TENTE ACESSAR POR UM SMARTPHONE. Espécies ameaçadas pampa: animais em extinção no bioma

Portfolio

A espécie enfrenta o risco de extinção devido à perda de habitat provocada pelo avanço da agricultura e silvicultura, somada à transmissão de doenças pelo gado e à caça ilegal aliada ao ataque de cães e javalis. 

​E o alerta sobre sua conservação no Pampa se justifica pela perda contínua de habitat e pela forte pressão do tráfico de animais silvestres.

A população global é estimada em menos de 10.000 indivíduos maduros e altamente fragmentados, com uma tendência de declínio contínuo e severo devido à perda das pastagens naturais preservadas

images.jfif
file_00000000c9ec820eb5dad73a8a462903.png
rpf-serpentes-pampa-Apostolepis-quirogai-2025-07-1140.jpg

A cobra-espada-dos-pampas (Calamodontophis paucidens) está classificada como em perigo (EN) devido à perda de seu habitat natural, que vem sendo severamente fragmentado pelo avanço da agropecuária e das monoculturas no bioma Pampa.

Cobra-espada-dos-pampas (Calamodontophis paucidens)​

​Cabeça-preta-de-Misiones

(Apostolepis quirogai)

A cobra é classificada como Vulnerável (VU) nos Pampas gaúchos devido à rápida destruição e fragmentação de seu habitat natural, impulsionadas pelo avanço da agricultura intensiva e das monoculturas. 

Seu registro é considerado raríssimo porque se trata de uma espécie de hábitos fossoriais (subterrâneos), passando quase todo o tempo enterrada ou sob o folhiço, o que restringe drasticamente os avistamentos na natureza e faz com que existam pouquíssimos espécimes documentados na história pela ciência.​​

file_000000009148820e98b95e2afcccf77d.png
MENU
MENU
Scinax_fontanarrosai-novataxa_2019-Baldo_Araujo-Vieira_Cardozo_Borteiro_Leal_et-al-vi.PNG

A espécie Julianus fontanarrosai ocorre em ambientes abertos na Argentina e no Rio Grande do Sul (Brasil), ocupando uma extensão de 10.830 km² restrita a campos nativos. Devido ao avanço da monocultura de soja, arroz e silvicultura, esse habitat sofre um declínio contínuo e está severamente fragmentado em pequenas áreas isoladas. Pela alta especificidade da espécie e sua incapacidade de se adaptar a áreas alteradas, ela foi classificada como Vulnerável (VU) pelo critério de distribuição geográfica combinada à fragmentação e perda de habitat.

Espécie sem nome popular

(Julianus fontanarrosai)

file_000000009148820e98b95e2afcccf77d.png
07b214374cd4827fbb0ed06d94e94f64.jpg

O rabudinho-do-espinilho é uma ave categorizada como Criticamente em Perigo (CR) no Brasil devido à sua população extremamente reduzida e isolada. No território brasileiro, a espécie ocorre apenas no Rio Grande do Sul, restringindo-se exclusivamente ao habitat do Parque do Espinilho stricto sensu, onde apresenta a maior especificidade de habitat e o menor contingente populacional da região, estimado em apenas 28 indivíduos maduros. 

Rabudinho-do-espinilho

(Leptasthenura platensis)

VEJA MAIS

IMG-20260909-WA0173_edited_edited.png
bottom of page